estória quatro

11 de Abril de 2012 § Deixe um comentário

sem título

o sangue que corre nas veias da poesia não tem cor, cheiro ou forma,
precoce de vida, a poesia renasce elanguescida como algaraviada de sensações.tempo.
emocional e material imortal,
a poesia ziguezagueia pela pureza de uma floresta e põe flores na lapela.lápide,
cemitério de centímetros de versejos de alma de deus,
amíude arte que respira, tropel caritativa e criativa.
por vezes, quando morro, circula dentro de mim uma felicidade inquebrantável

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